sexta-feira, 1 de setembro de 2017

História da Química | Civilização Grega - Parte 2.

Nessa vídeo-aula darei continuidade a contribuição que a Grécia deu à ciência, entretanto, também já se inicia um pouco sobre a alquimia mais fundamentada, ou seja, temos a introdução à Idade Média. 

Entre o mundo Helênico e a Idade média, obviamente, se tem muitos séculos, entretanto, como esse curso prioriza trazer o mínimo de conhecimento sobre a química em diversos períodos históricos (ou ao menos os mais relevantes), se torna necessário, muitas vezes, darmos esses pulos de centenas e centenas de anos. 



Dessa forma, são apresentados nesse vídeo os elementos químicos que os gregos (helênicos) descobriram, tiveram contato ou foram apresentados.


Esses vídeo-aulas que faço, obviamente, possuem uma abrangência maior para quem já iniciou um curso de ciências, por isso, não fico falando coisas muito básicas, sendo que, um dos objetivos desses vídeos é auxiliar a professores e alunos de licenciatura a terem em mãos uma ferramenta que os ajudem a lembrar de conceitos, ou mesmo entenderem melhor os mesmo.

Dessa forma, tomo por base que quem vê esses vídeos já possuem algum conhecimento prévio, como por exemplo a classificação que mostro (classificação moderna dos elementos), veio muito depois do mundo helênico, com Dmitri Mendeleiev (o qual vamos ver mais para frente). O mesmo vale para características dos átomos dos elementos. Mas para caráter de comparação entre os elementos como eram classificados pelo alquimistas e atualmente pela ciência, creio ser importante para uma melhor compreensão e até quebras de paradigma.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Sobre projetos que se iniciarão em breve.

As vídeo-aulas que estou fazendo, principalmente sobre história da química, são relativamente trabalhosas para serem confeccionadas, entretanto, como professores, nós sabemos que todas as aulas que fazemos são difíceis de serem montadas. Essa dificuldade está relacionada com fato do trabalho de criação, na maioria das vezes, não estar vinculada dentro do tempo da atuação em sala efetivamente. 

Ou seja, a ementa cobra que o professor prepare suas aulas, mas não garante um retorno financeiro para que todos possam se manterem motivados e com a vida financeira em dia. Isso acarreta no fato dos professores terem que dar muitas aulas e, por darem muitas aulas, obviamente, o tempo de preparo das mesmas acaba sendo prejudicado e, dessa forma, a questão do ensino também fica ruim.

Então, vou tentar preparar uma vídeo-aula por mês e, trazer também alguns experimentos gravados que faço no laboratório. Além disso, estou preparando também uma série que vou montar vídeos sobre todos os elementos da tabela periódica, incluindo até mesmo os que foram descoberto a menos tempo (como é o caso dos elementos sintetizados com massa muito alta). Ao mesmo tempo, pretendo trazer videos de exercícios sendo resolvidos e uma série em que farei um bate-papo, explicando e discutindo algumas coisas interessantes sobre ciência.

Nesse último projeto, tenho como intuito discutir sobre coisa que estão em alta nos jornais, internet, revistas e programas em geral, que estão relacionadas com ciência. Por exemplo, se aparecer uma reportagem falando sobre o uso de um composto químico para o desenvolvimento de uma nova tecnologia, ou sobre um remédio novo, ou qualquer coisa que está na mídia chamando a atenção em direção à ciência. Eu acredito que isso seja importante, pois nem sempre os dados e os conceitos são discutidos de forma correta, o que acaba por gerar um problema referente a divulgação do conhecimento. Além disso, creio que é interessante uma visão de alguém que se encontra estudando dentro da academia científica e que tem maior possibilidade de conseguir encontrar as informações de forma mais correta, ou ao menos conseguir simplifica-las. A única ressalva se dá pelo fato de que durante um mês pode surgir uma novidade muito interessante, assim como duas ou três, ou mesmo nenhuma. Dessa forma, essas discussões em teoria não teria uma periodicidade fixa.

Então, a ideia é produzir uma vídeo-aula, um experimento gravado e ao menos uma discussão sobre algum fato interessante que está em alta na mídia e se relaciona com ciência.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Nunca menospreze um composto químico (experimento que deu errado) - Reação exotérmica do Permanganato de Potássio.

Além das aulas de história da química, também pretendo trazer alguns experimentos que eu faço no laboratório e, que podem ter alguma explicação didática para se aplicar em sala de aula. Obviamente, meu objetivo é o de criar maquetes científicas que podem ser aplicadas em ambientes formais e não formais de ensino (já que esse é o meu tema de pesquisa do doutorado em educação), entretanto, existem alguns experimentos que não dão certo de cara e, necessitam de um pouco mais de elaboração, pois, as coisas saem fora de controle facilmente.

Nesse vídeo, mostro um experimento onde uso Permanganato de Potássio (KMnO4), açúcar e energia, com o intuito de liberar chamas, entretanto, o experimento dá errado. Essa energia, vem com o atrito entre os cristais de Permanganato de Potássio (pode ser testado com uma solução de Permanganato de Potássio também) com o açúcar, o que gera então uma reação exotérmica, onde surgem faíscas, que se tornam chamas bastante luminosas. 



O problema desse experimento é que o Permanganato de Potássio estava vencido a mais ou menos 24 anos e, não estava havendo a ignição somente com o atrito, então, acreditei que, com a adição de energia externa (no caso fogo), poderia haver a formação de algumas faíscas... Foi um grande erro meu.

Como acreditei que não haveriam chamas, nem mesmo um cadinho eu utilizei (o cadinho é o equipamento correto ara esse tipo de experimento), depositando o Permanganato de Potássio e o açúcar sobre um vidro de relógio (vidraria específica para secagem de sais e não para teste de chamas ou reações exotérmicas).

Devido ao fato de eu não me preparar com antecedência e subestimar o composto químico, ocorreu o acidente que vemos no vídeo. Dessa forma, fica muito claro duas coisas que todo professor de química deve respeitar, sendo o primeiro, o teste prévio do experimento antes de entrar em sala de aula e, o segundo, NUNCA MENOSPREZAR A POTENCIALIDADE DE UM COMPOSTO QUÍMICO, mesmo que no rótulo apareça como vencido.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

História da Química | Civilização Grega - Parte 1.

Hoje trago mais uma aula sobre História da Química, no caso, é a aula 4, onde temos a introdução ao mundo Helênico, em outras palavras "A Civilização Grega e a Ciência - Parte 1 - A Filosofia Grega".

Desde já peço desculpas pelo excesso de repetições da palavra "ou seja", pois, durante a gravação eu tive que rever algumas coisas referente às minhas anotações. Então, precisei fazer várias gravações e concatenar tudo depois.

Eu melhorei o equipamento de capitação de som, fazendo uma alteração no cabo do microfone, onde tornou-se possível usar o celular como se fosse um gravador. O bom é que ficou com bem menos ruído de estática no fundo, tornando viável o tratamento de áudio com um software simples e gratuito como o Audacity. A montagem do vídeo foi realizada no software Sony Vegas Pro 14, que também tem o download gratuito, entretanto com a necessidade de uma chave de ativação. Todos os slides do vídeo eu contruí com auxílio de outros dois softwares gratuitos, no caso o Photoscape e o Photofilter.

A utilização de softwares gratuitos é muito bom pois, habilita a publicação de seu trabalho sem ter qualquer problemas com direitos autoriais. Então, deixo desde já a dica para o uso desse tipo de material para a confecção de qualquer trabalho.

Agora entrando mais especificamente no vídeo.

Nessa aula, vamos adentrar nos pensamentos dos filósofos do mundo helenístico, que influenciaram muito no desenvolvimento da ciência como conhecemos hoje. Dessa forma, vamos falar sobre o desenvolvimento da teoria dos quatro elementos, a ideia do princípio fundamental e do atomismo.


domingo, 23 de julho de 2017

Primeiras impressões sobre o contato com a docência no ensino superior.

Esse ano eu tive a chance de assumir algumas aulas do curso semi-presencial de Ensino de Ciências da USP de São Carlos. Ministrei aulas de três disciplinas, sendo elas, Ensino de Ciências, Didática e Diversidade do Currículo Pós-LDB.

Dentro da minha experiência com ensino, ainda faltava o contato com o ensino superior, sendo que essas disciplinas me deram uma boa bagagem conceitual, uma vez que, os entraves existentes num curso semi-presencial no escopo da graduação são bem mais complexos do que em um curso presencial.

Em um curso semi-presencial, o sistema on-line é de extrema importância, tanto para o educador quanto para o estudante, uma vez que, grande parte da avaliação dos trabalhos e atividades são feitas com o auxílio de uma ponte virtual, em um banco de dados, que conecta o estudante e o corretor.

Devido ao contato atual das pessoas com plataformas interativas, redes sociais e conexão remota de alta velocidade, faz com que o rótulo em relação a um curso à distância ou semi-presencial acabem por criar um engôdo ao primeiro contanto com o curso.

Tanto para o educador, quanto para o estudante, pode parecer que o sistema ou plataforma, garantem uma grande proteção no que tange o desenvolvimento das atividades, entretanto, existem momentos específicos para que as mesmas sejam feitas. As atividades são liberadas à partir de um determinado dia e necessitam que os alunos façam a mesma durante um prazo estipulado. O diferencial disso tudo é que o aluno não consegue conversar com o professor para conseguir negociar e alterar o dia de entrega de uma atividade, havendo assim, uma grande necessidade do mesmo conseguir se organizar para desenvolver um curso superior.

Assim, torna-se claro que um curso semi-presencial, é muito indicado para pessoas que já tiveram algum contato com a graduação, que trabalham dentro de um regime que carece de organização, ou então, que possuem tempo para se aplicarem ao curso dentro dos períodos estipulados para o curso.

Obviamente, os exercícios não ficam aberto durante um único dia durante um período inviável, muito pelo contrário, os mesmos ficam abertos para depósito on-line por alguns dias, ou seja, os mesmo podem ser depositados até mesmo em períodos bastante alternativos. Dessa forma, as desculpas que alunos tentam geralmente dar, referente ao curto espaço de tempo, acabam sendo desconsideradas, uma vez que uma atividade ficar aberto para depósito por um período relativamente longo de tempo.

Um fato muito importante a ser considerado é que algumas vezes uma plataforma pode cair e dessa forma, perder dados que não estava ainda salvos, o que acaba por trazer reclamações, uma vez que as atividades são perdidas. Por isso, é importante que os alunos sempre façam backup do material, tendo em vista que, qualquer sistema on-line corre o risco de cair e sair fora do ar. Essa característica se mostra como um ponto crucial dos entraves desse tipo de ensino.

Por parte do educador, existe uma necessidade intrínseca do acompanhamento das atividades on-line, para compreender a evolução dos alunos e, também, de se manter atualizado referente ao material disponibilizado semanalmente aos alunos, sendo preciso fazer sempre o download dos mesmos, para que dessa forma, caso o sistema caia, o educador tenha salvo todo o conteúdo.

Cabe ao educador também, não só cobrar as atividades presenciais, mas, desenvolver e aplicar aulas durante os encontros. Em outras palavras, o educador possui uma grande responsabilidade em relação ao aprendizado dos alunos , uma vez que, o aprendizado não se dá somente com os vídeos, o estudo on -line, com a leitura de textos e entrega de atividades, sendo que, se não existe um esquema de tutorias, onde alguém trabalhe respondendo às dúvidas dos alunos, o professor necessita sim aplicar aulas e, dessa forma, conseguir suprir todas as questões dos alunos, sendo que, em muitos encontros, as atividades presenciais podem ser deixadas para serem feita em casa e entregues no próximo encontro.

Como resumo da experiência, consegui notar que os entraves de um curso semi-presencial acabam ocorrendo pela falsa comodidade, tanto dos alunos quanto dos educadores, em relação ao sistema, uma vez que o mesmo tem um escopo de praticamente não comprometimento pessoal, devido ao fato do curso parecer ser virtual, já que, o contato e o deslocamento físico, de ambos os sujeitos envolvidos (educador e educando) é quase que inexistente. A necessidade de deslocamento físico, acaba por forçar o aprendiz a ter um pouco mais de responsabilidade em relação ao curso, uma vez que, dentro de uma sala de aula, a tendência é do aluno seguir um período, dia e horário que delimitam o curso, isso faz com que a definição do que é uma disciplina seja mais presente na mente do aluno. Enquanto o aluno se mantém em casa, sem compreender a amplitude do curso que escolheu fazer e, da responsabilidade envolvida no processo, a compreensão referente ao que é uma graduação, acaba por não ser desenvolvida.

Em breve, pretendo trazer algumas informações sobre como é o processo de construção de um curso semi-presencial e quais os conteúdos que apliquei nessas disciplinas da USP aqui de São Carlos.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Um pequeno hiato nas publicações.

Devido ao fato da USP exigir que se curse matérias avançadas na área da química (no mestrado cursei matérias de físico química e atualmente estou cursando Química Analítica Avançada), então estou tendo um pequeno entrave para trazer conteúdo para o blog. 

Além disso, também estou lecionando três matérias (Ensino de Ciências, Didática e Diversidade nas prescrições curriculares para a educação básica pós-LDB no 9.394/96) no curso semi-presencial de licenciatura em ciências da USP, onde tenho obrigações curriculares para com meus alunos e a instituição.

Em breve retorno com atividades normais, principalmente trazendo novas aulas e minhas impressões no ensino superior.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Como montar um apoio para o desenvolvimento de uma aula.

Muitos formandos na área de licenciatura em ciências, muitas vezes, se preocupam bastante com a estruturação de suas primeiras aulas. Essa preocupação excessiva, acaba por fazer com que o professor inexperiente cometa alguns erros bastante simples durante a execução de sua aula.

Devido ao fato das ciências naturais dependerem muito de demostrações, o professor acaba ficando com receio de não saber desenvolver uma demonstração específica, seja ela experimental ou mesmo teórica. Entretanto esse medo não surge do professor não acreditar que sabe pouco sobre o conteúdo, mas sim, da falta de confiança em estruturar a aula como um todo.

Dessa forma, hoje trago uma dica para professores mais inexperiente, dica essa que auxilia bastante na composição do discurso da sua aula.

Pense da seguinte forma: 
O professor se posiciona como um interlocutor, semelhante a um vendedor ou apresentador, o qual quer vender um artigo, sendo que, nesse caso, o artigo a ser vendido é o conteúdo disciplinar de uma frente científica. Em outras palavras, quando o professor é inexperiente, ele deve montar um script da aula que vai dar. Consequentemente o professor pode agir em seu discurso como se fosse um ator, uma pessoa que tem uma base formulada por de trás.

Entretanto, como montar um script de uma aula?

Primeiramente, devemos lembrar que a aula não pode ser conduzida no formato de um seminário, ou seja, a aula nem sempre é linear e com fluidez, mas sim, interativa, com aberturas aos questionamentos, seja do professor para com os alunos ou mesmo dos alunos para com o professor. Dessa forma, o script que se monta deve contemplar todos os tópicos da aula, porém, não deve se prender aos aprofundamentos do conteúdo. Em outras palavras, o script vai servir para o professor conseguir montar uma estratégia de como desenvolver a aula.

O script não tem o conteúdo propriamente dito e explícito, mas sim, comporta-se como um mapa, para que o seu executor consiga se situar em qual momento ou situação da aula o professor se encontra.

Assim, um script mostra que, uma aula, deve ser dividida em partes, sendo bastante comum dividir a mesma em uma parte de introdução, onde se tem uma contextualização com a finalidade de explicitar um problema aos alunos, um momento de adentramento na teoria e por fim um clímax, que corresponde a explicação de como se resolver o problema apresentado e teorizado.

Inicialmente, se aconselha montar um script que se encaixe em uma folha só, pois, torna-se fácil a observação de qual o momento que o professor se encontra, entretanto, com a experiência, o script acaba ganhando contornos de um sumário de aula. Essa outra forma de se organizar para a ação de uma aula, se baseia na organização de um mapa, onde ficam explícitos somente os tópicos e títulos que serão abordados.

Abaixo, trago um exemplo, que se situa como um híbrido de script e sumário de aula. Nesse caso, temos um script que montei para uma aula de ensino de ciências, o qual ofereci para uma turma do curso semi-presencial de Licenciatura em Ciências da USP de São Carlos. Nesse encontro, contemplamos duas aulas inteiras, já que é uma turma do curso de ensino à distância (EAD) e, dessa forma, já tinham tido contato com o conteúdo mais extenso em casa.

O tema dessa aula se baseou em Ciência e Conhecimento, ou seja, um contexto bastante inicial para um curso de Ensino de Ciências.


Ciência e Conhecimento 


1) O que é Ciências?
* Definição de Ciências – Ferramenta humana para interpretar (dar um significado cognitivo ao abstrato) fenômenos naturais e, dessa forma, conseguir trabalhar e desenvolver conhecimentos.


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2) O que é Aprender Ciências?
* Definição de Aprender – Conseguir trabalhar com algo, no caso da ciência, se utilizar de uma ferramenta de interpretação do que tange o natural e, dessa forma conseguir desenvolver novos meios de simplificação do dia-a-dia.


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3) O que mudou no ato de aprender Ciências ao longo do tempo? E o que não foi alterado? 
a) Idealismo – Centralização do subjetivo. A verdade se encontra no mundo das ideias, aproxima do pensamento toda .

 a.1) Se inicia com a caverna de Platão e a lógica de Aristóteles (utilização de um empirismo baseado na observação, sem haver a medição de fenômenos). o Jakob Böhme, Baruch Spinoza, Immanuel Kant, Johann Wolfgang von Goethe, Johann Gottlieb Fichte, Friedrich Hölderlin, Friedrich Schelling (século XVII).

b) Empirismo (Positivista) – O conhecimento está na realidade e de lá pode ser extraído por simples indução e observação, via testes, cálculos, modelagens matemática, controle de variáveis. o Se inicia com o trabalho de Descartes (método científico), de Galileu e Bacon.

c) Construtivismo - O construir da ciência (saber) é vinculado às crenças que já trazemos formuladas, ou seja, ninguém é uma tábula rasa, existe a necessidade de se levar em consideração o contato de outros sujeitos na construção do saber. Dessa forma, qualquer forma de cognição, percepção e conhecimento é concebida como construção ativa autônoma de um observador e não como simples reprodução passiva. o Jean Piaget, Kenneth Gergen (responde a Descartes – Estou ligado, logo existo).


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4) O que deve-se valorizar em aprendizado de ciências? E no ensino de ciências?
* A nível de ensino e aprendizado a ciência corresponde a um grupo de formas diferentes para resolução de problemas. Ou seja, as diversas frentes da ciência correspondem a cognições diferentes para um problema em questão.


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5) Existe algum forma de estruturar e administrar o ensino e a aprendizagem de ciências?
* Talvez essa seja a maior questão no que tange o aprendizado desde o início dos tempos.
* Exemplos?


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6) Natureza da ciência? 
* A natureza da Ciência é entendida como um conjunto de elementos que tratam da construção, estabelecimento e organização do conhecimento científico. Isto pode abranger desde questões internas, tais como método científico e relação entre experimento e teoria, até outras externas, como a influência de elementos sociais, culturais, religiosos e políticos na aceitação ou rejeição de ideias científicas.

Notem que esse script indica que a aula possui 6 grandes questões (sublinhadas em amarelo). Também é possível notar que cada grande pergunta possui ao menos uma resposta objetiva (sublinhada em verde). E ainda, dentro de cada resposta objetiva temos alguma contextualização ou explicação da própria resposta (sublinhadas em azul). A ideia de se destacar os tópicos com cores, números, símbolos e tabulações, se mostra uma excelente estratégia para a organização da aula. 

Entretanto, com o passar do tempo, as explicações (texto sublinhado em verde) que os professores mantém no script acabam perdendo um pouco sua função, uma vez que ocupam espaço demais nesse mapa e, com isso, o script vai alterando sua forma, principalmente no que tange ao tamanho da fonte do texto, uma vez que, quanto maiores forem as letras, mais simplesmente o professor vai se encontrar em sua organização. Um fato importante a ser lembrado é que o script é um instrumento de apoio, que pode ficar sobre a mesa durante a aula, entretanto não é nenhum crime o professor segura-lo durante o decorrer da aula, já que, o professor tem que estar à vontade durante o exercer de sua função, ao ponto de toda falta de confiança ser suprimida pelo uso de uma ferramenta de apoio.

Dessa forma podemos reorganizar o script, minimizando seu tamanho, deixando explicito somente os principais tópicos e suas objetividades. Como podemos ver abaixo:

Ciência e Conhecimento 


1) O que é Ciências?
Interpretar fenômenos naturais

2) O que é Aprender Ciências?
Novos meios de simplificação do dia-a-dia.

3) O que mudou no ato de aprender Ciências ao longo do tempo? E o que não foi alterado? 
a) Idealismo – Centralização do subjetivo.
 a.1) Caverna de Platão e a lógica de Aristótele
b) Empirismo (Positivista) – O conhecimento está na realidade
c) Construtivismo - Crenças que já trazemos formuladas

4) O que deve-se valorizar em aprendizado de ciências? E no ensino de ciências?
Cognições diferentes para um problema em questão.

5) Existe algum forma de estruturar e administrar o ensino e a aprendizagem de ciências?
Maior questão no que tange o aprendizado.
* Exemplos?

6) Natureza da ciência? 
Construção, estabelecimento e organização do conhecimento científico.